| A Campanha da Fraternidade 2018 tem como principal objetivo, a superação da violência no Brasil. Foto: Reprodução. |
"O esquecimento do mandamento do amor e da ética gestam e despertam a violência. Os descaminhos, no entanto, podem ser superados com a volta às origens, com a reconciliação e a misericórdia. Somos chamados à superação da violência, pois somos filhos e filhas de Deus", indica o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner na apresentação do tema no texto-base.
O convite que também é aberto a toda sociedade traz um alerta para o país que está em quinto lugar no ranking da violência contra meninos e meninas entre 10 e 19 anos, segundo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e que detém a primeira posição em número de mortes violentas no mundo, de acordo com estudo da Small Arms Survey.
Diante destas estatísticas e de tantas outras, como prevenir a violência? E como pensar no combate à violência sem falar de desenvolvimento humano.
Nessa tarefa, as ONGs, projetos sociais, instituições e associações filantrópicas são grandes aliados na promoção de um caminho seguro para inúmeras crianças e jovens, que por causa da desigualdade, não encontrariam por si próprios oportunidades para uma vida digna e longe do círculo da violência.
A superação da violência pede comprometimento e ações que envolvam tanto a sociedade civil, como os membros da Igreja e os poderes constituídos, para que os direitos humanos e a promoção da cultura da paz sejam assegurados por políticas públicas emancipatórias.
Durante toda a Quaresma iremos destacar as principais ações e temas da Campanha da Fraternidade 2018.
FONTE: A12.
